Lx Verde - Parque Vitícola de Lisboa
-
Verde, frio e sol no Parque Vitícola ou Vinícola (não consegui saber) de
Lisboa, explorado por uma adega privada, mesmo ao lado do aeroporto, não há
poluiç...
Donnerstag, 24. Februar 2011
Freitag, 4. Februar 2011
Sonntag, 30. Januar 2011
Samstag, 29. Januar 2011
seitens der Städte.. BERLIN: Walter Benjamin

Walter Benedix Schönflies Benjamin
(Berlim, 15 de julho de 1892 — Portbou, 27 de setembro de 1940)
foi um ensaísta, crítico literário, tradutor, filósofo e sociólogo judeu alemão.
http://www.youtube.com/watch?v=BK7TDacUcT0
Associado à Escola de Frankfurt e à Teoria Crítica, foi fortemente inspirado tanto por autores marxistas, como Georg Lukács e Bertolt Brecht, como pelo místico judaico Gerschom Scholem. Conhecedor profundo da língua e cultura francesas, traduziu para alemão importantes obras como Quadros Parisienses de Charles Baudelaire e Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust. O seu trabalho, combinando ideias aparentemente antagónicas do idealismo alemão, do materialismo dialético e do misticismo judaico, constitui um contributo original para a teoria estética. Entre as suas obras mais conhecidas, contam-se A Obra de Arte na Era da Sua Reprodutibilidade Técnica (1936), Teses Sobre o Conceito de História (1940) e a monumental e inacabada Paris, Capital do século XIX, enquanto A Tarefa do Tradutor constitui referência incontornável dos estudos literários.
Associado à Escola de Frankfurt e à Teoria Crítica, foi fortemente inspirado tanto por autores marxistas, como Georg Lukács e Bertolt Brecht, como pelo místico judaico Gerschom Scholem. Conhecedor profundo da língua e cultura francesas, traduziu para alemão importantes obras como Quadros Parisienses de Charles Baudelaire e Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust. O seu trabalho, combinando ideias aparentemente antagónicas do idealismo alemão, do materialismo dialético e do misticismo judaico, constitui um contributo original para a teoria estética. Entre as suas obras mais conhecidas, contam-se A Obra de Arte na Era da Sua Reprodutibilidade Técnica (1936), Teses Sobre o Conceito de História (1940) e a monumental e inacabada Paris, Capital do século XIX, enquanto A Tarefa do Tradutor constitui referência incontornável dos estudos literários.
Walter Benjamin nasceu no seio de uma família judaica. Filho de Emil Benjamin e de Paula Schönflies Benjamin, comerciantes de produtos franceses. Na adolescência Benjamin, perfilhando ideais socialistas, participou no Movimento da Juventude Livre Alemã, colaborando na revista do movimento. Nesta época nota-se uma nítida influência de Nietzsche em suas leituras.
Em 1915, conhece Gerschom Gerhard Scholem de quem se torna muito próximo, quer pelo gosto comum pela arte, quer pela religião judaica que estudavam.
Em 1919 defende tese de doutorado, A Crítica de Arte no Romantismo Alemão, que foi aprovada e recomendada para publicação.
Em 1925, Benjamin constatou que a porta da vida acadêmica estava fechada para sí, tendo a sua tese de livre-docência Origem do Drama Barroco Alemão sido rejeitada pelo Departamento de Estética da Universidade de Frankfurt.
Nos últimos anos da década de 1920 o filósofo judeu interessa-se pelo marxismo, e juntamente com o seu companheiro de então, Theodor Adorno, aproxima-se da filosofia de Georg Lukács. Por esta altura e nos anos seguintes publica resenhas e traduções que lhe trariam reconhecimento como crítico literário, entre elas as séries sobre Charles Baudelaire.
Refugiou-se na Itália, de 1934 a 1935. Neste momento cresciam as tensões entre Benjamin e o Instituto para Pesquisas Sociais, associado ao que ficou conhecida como Escola de Frankfurt, da qual Benjamin foi mais um inspirador do que um membro.
Em 1940, ano da sua morte, Benjamin escreve a sua última obra, considerada por alguns como o mais importante texto revolucionário desde Marx; por outros, como um retrocesso no pensamento benjaminiano: as Teses Sobre o Conceito de História.
A sua morte, desde sempre envolta em mistério, teria ocorrido durante a tentativa de fuga através dos Pirenéus, quando, em Portbou, temendo ser entregue à Gestapo, teria cometido o suicídio.
Benjamin tinha seu ensaio “A Obra de Arte na Época de sua Reprodutibilidade Técnica” na conta de primeira grande teoria materialista da arte. O ponto central desse estudo encontra-se na análise das causas e conseqüências da destruição da “aura” que envolve as obras de arte, enquanto objetos individualizados e únicos. Com o progresso das técnicas de reprodução, sobretudo do cinema, a aura, dissolvendo-se nas várias reproduções do original, destituiria a obra de arte de seu status de raridade. Para Benjamin, a partir do momento em que a obra fica excluída da atmosfera aristocrática e religiosa, que fazem dela uma coisa para poucos e um objeto de culto, a dissolução da aura atinge dimensões sociais. Essas dimensões seriam resultantes da estreita relação existente entre as transformações técnicas da sociedade e as modificações da percepção estética. A perda da aura e as conseqüências sociais resultantes desse fato são particularmente sensíveis no cinema, no qual a reprodução de uma obra de arte carrega consigo a possibilidade de uma radical mudança qualitativa na relação das massas com a arte. Embora o cinema, diz Walter Benjamin, exija o uso de toda a personalidade viva do homem, este priva-se de sua aura. Se, no teatro, a aura de um Macbeth, por exemplo, liga-se indissoluvelmente à aura do ator que o representa, tal como essa aura é sentida pelo público, fico, o mesmo não acontece no cinema, no qual a aura dos intérpretes desaparece com a substituição do público pelo aparelho. Na medida em que o ator se torna acessório da cena, não é raro que os próprios acessórios desempenhem o papel de atores. Benjamin considera ainda que a natureza vista pelos olhos difere da natureza vista pela câmara, e esta, ao substituir o espaço onde o homem age conscientemente por outro onde sua ação é inconsciente, possibilita a experiência do inconsciente visual, do mesmo modo que a prática psicanalítica possibilita a experiência do inconsciente instintivo. Exibindo, assim, a reciprocidade de ação entre a matéria e o homem, o cinema seria de grande valia para um pensamento materialista. Adaptado adequadamente ao proletariado que se prepararia para tomar o poder, o cinema tornar-se-ia, em conseqüência, portador de uma extraordinária esperança histórica. Em suma, a análise de Benjamin mostra que as técnicas de reprodução das obras de arte, provocando a queda da aura, promovem a liquidação do elemento tradicional da herança cultural; mas, por outro lado, esse processo contém um germe positivo, na medida em que possibilita um outro relacionamento das massas com a arte, dotando-as de um instrumento eficaz de renovação das estruturas sociais. Trata-se de uma postura otimista, que foi objeto de reflexão crítica por parte de Adorno.
Atualmente a obra de Benjamin exerce grande influência no editor e tradutor de suas obras em italiano, Giorgio Agamben, sobretudo acerca do conceito de Estado de exceção.
Sepulcro de Walter Benjamin
"Um autor que não ensina nada aos escritores não ensina nada a ninguém.
Assim, é decisivo que a produção tenha um carácter de modelo, capaz de, em primeiro lugar, levar outros produtores à produção e, em segundo lugar, pôr à sua disposição um aparelho melhorado. E esse aparelho é tanto melhor quanto mais consumidores levar à produção, numa palavra, quanto melhor for capaz de transformar os leitores ou espectadores em colaboradores. Já possuímos um modelo deste género, mas só lhe posso fazer aqui uma breve referência: trata-se do teatro épico de Brecht."
O autor como produtor de Walter Benjamin/Excerto de Walter Benjamin, “O autor como produtor”, in A modernidade.
Obras
A Obra de Arte na Era de sua Reprodutibilidade Técnica (1936).
Paris, Capital do século XIX (inacabado).
Teses Sobre o Conceito de História (1940).
A Modernidade e os Modernos, Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1975.
"Haxixe", São Paulo: Editora Brasiliense, 1984.
Origem do Drama Barroco Alemão, trad. e pref. Sérgio Paulo Rouanet, São Paulo: Brasiliense, 1984.
Reflexões: a criança, o brinquedo, a educação, 3ª ed., trad. Marcus Vinicius Mazzari, São Paulo: Summus Editorial, 1984.
Estéticas do Cinema, ed., apres. e notas Eduardo Geada, trad. Tereza Coelho, Lisboa: D. Quixote, 1985.
Obras Escolhidas, v. I, Magia e técnica, arte e política, trad. S.P. Rouanet, São Paulo: Brasiliense, 1985.
Obras Escolhidas, v. II, Rua de mão única, trad. de R.R. Torres F. e J.C.M. Barbosa, São Paulo: Brasiliense, 1987.
Obras Escolhidas, v. III, Chrales Baudelaire, um lírico no auge do capitalismo, trad. de J.C.M. Barbosa e H.A. Baptista, São Paulo: Brasiliense, 1989.
Documentos de Cultura, Documentos de Barbárie: escritos escolhidos, introd. Willi Bolle, trad. Celeste H. M. Ribeiro de Sousa, São Paulo: Cultrix, 1986.
Diário de Moscou, pref. Gerschom Scholem, ed. e notas Gary Smith, trad. Hildegard Herbold, São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
Histórias e Contos, trad. Telma Costa, Lisboa: Teorema, 1992.
Sobre Arte, Técnica, Linguagem e Política, pref. Theodor W. Adorno, Lisboa: Relógio d`Àgua, 1992.
Rua de Sentido Único e Infância em Berlim por Volta de 1900, pref. Susan Sontag, Lisboa: Relógio d`Água, 1992.
O Conceito de Crítica de Arte no Romantismo Alemão, trad. pref. e notas de Márcio Seligmann-Silva, São Paulo: Iluminuras/ EDUSP, 1993.
Correspondência: Walter Benjamin, Gerschom Scholem, rev. Plinio Martins Filho, São Paulo: Perspectiva, 1993.
Kafka, trad. e introd. Ernesto Sampaio, Lisboa, Hiena, 1994.
Os Sonetos de Walter Benjamin, trad. Vasco Graça Moura, Porto: Campo das Letras, 1999.
Leituras de Walter Benjamin, org. Márcio Seligmann-Silva, São Paulo: FAPESP, 1999.
Origem do Drama Trágico Alemão, ed., apres. e trad. João Barrento, Lisboa: Assírio & Alvim, 2004.
Imagens de Pensamento, trad. João Barrento, Lisboa: Assírio & Alvim, 2004.
Passagens, org. W. Bolle, São Paulo: IMESP, 2006.
Benjamin, Andrew, A Filosofia de Walter Benjamin, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 1997.
Ligações externas
AS MARAVILHAS DE WALTER BENJAMIN, por J.M. Coetzee
Textos de e sobre Walter Benjamin - Site ANTIVALOR
SELIGMANN-SILVA, M. De Flusser a Benjamin do pós-aurático às imagens técnicas in: FLUSSER STUDIES 08, 2009.
SELIGMANN-SILVA, M. Walter Benjamin: o Estado de Exceção entre o político e o estético in: Cadernos Benjaminianos, Volume 1 - Número 1 - Junho/2009.
im:wikipedia //youtube
im:wikipedia //youtube
Etiquetas:
Berlin,
seitens der Städte,
Walter Benjamin
Mittwoch, 26. Januar 2011
BERLIN: Thomas Metzinger
Thomas Metzinger
Thomas MetzingerThomas Metzinger
Thomas MetzingerThomas Metzinger
(born March 12, 1958) is a German philosopher. He currently holds the position of director of the theoretical philosophy group at the department of philosophy at the Johannes Gutenberg University of Mainz and is an Adjunct Fellow at the Frankfurt Institute for Advanced Studies. From 2008 to 2009 he is a Fellow at the Wissenschaftskolleg zu Berlin.
He has been active since the early 1990s in the promotion of consciousness studies as an academic endeavour. As a co-founder, he has been particularly active in the organization of the Association for the Scientific Study of Consciousness (ASSC), and sat on the board of directors of that organisation from 1994 to 2007. Metzinger is director of the MIND group and has been president of the German cognitive science society from 2005 to 2007. In English he has published two edited works, Conscious Experience (1995), and Neural correlates of consciousness: empirical and conceptual issues (2000). The latter book arose out of the second ASSC meeting, for which he acted as local organizer.
In 2003 Metzinger published the monograph Being No One. In this book he argues that no such things as selves exist in the world: nobody ever had or was a self. All that exists are phenomenal selves, as they appear in conscious experience. He argues that the phenomenal self, however, is not a thing but an ongoing process; it is the content of a "transparent Self-model theory of subjectivity". In 2009 Metzinger published a follow-up book to Being No One for a general audience: The Ego Tunnel (Basic Books, New York, ISBN 0-465-04567-7).
Metzinger is praised for his grasp of the fundamental issues of neurobiology, consciousness and the relationship of mind and body. However, his views about the self are the subject of considerable controversy and ongoing debates.
Metzinger's interests include:
Philosophy of mind (esp. philosophical aspects of empirical theories in the neuro- and cognitive sciences, artificial intelligence, and related areas of research).
Ethics (esp. conceptual connections between applied ethics, the philosophy of mind and anthropology)
In the new field of neuroethics Thomas Metzinger is engaged by supervising The Neuroethics Web Portal.
In the new field of neuroethics Thomas Metzinger is engaged by supervising The Neuroethics Web Portal.
im: wikipedia
Mittwoch, 5. Januar 2011
Montag, 6. Dezember 2010
Freitag, 3. Dezember 2010
seitens der Städte.. BERLIN : Balthus
![]() |
| En 1921 se trasladó con su familia a Berlín |
(París, 1908 - Rossiniere, 2001) Seudónimo de Balthazar Klossowski de Rola, pintor francés de origen polaco. Pintor figurativo, se mantuvo siempre al margen de los movimientos de su tiempo, como un auténtico independiente, aunque su obra se relaciona con el surrealismo, algo que desmintió uno de los prebostes del movimiento, Antonin Artaud, y de lo que, a pesar de su amistad con Giacometti y con Miró, se defendió él mismo como si de un estigma se tratara.
De familia noble, la casa paterna era visitada por los maestros de la pintura Pierre Bonnard y Maurice Denis, y por el poeta Rainer Maria Rilke, amigo de la madre que en 1919 hizo publicar y prologó los dibujos hechos por el niño, entonces de once años, a su gato Mitsou. En 1921 se trasladó con su familia a Berlín y regresó a París en 1924, donde siguió clases de dibujo en la Grande Chaumière; enseña sus trabajos a Marquet, Bonnard y Denis, quienes le aconsejaron que hiciera copias de Poussin. En 1926 viaja a Italia y hace copias de los maestros del primer renacimiento; al año siguiente realiza las pinturas murales a la témpera para la iglesia protestante de Beatenberg.
A finales de los años veinte comienza a retratar a sus amigos y hace su servicio militar de quince meses en Marruecos. En 1933 pinta La calle (La rue), donde inicia un estilo caracterizado por los contornos muy marcados y los colores planos; se relaciona con el grupo surrealista y entabla amistad con Giacometti; en 1934 hace su primera exposición individual en la galería Pierre con cinco cuadros cuyo contenido erótico y su ambigüedad causan un cierto escándalo, sobre todo La lección de guitarra, El arreglo de Cathy y Alice.
En 1935 elaboró los decorados para la obra de Artaud, Les Cenci, y en 1936 pintó el retrato de André Derain. En 1938 realiza su primera exposición individual en Nueva York, en la galería Pierre Matisse. Son de estos años algunas de sus obras más conocidas, como el retrato de Joan Miró y su hija Dolores y Thérèse soñando. En los años cuarenta diseña los decorados de diversas producciones teatrales y sus mejores amigos son poetas (Malraux, Paul Eluard).
En los años cincuenta realiza paisajes, vistas desde la ventana de su castillo del siglo XIV en Nièvre, y en 1956 el Museo de Arte Moderno de Nueva York le dedica una exposición. En 1961 es nombrado director de la Academia Francesa en Roma, y se trasladó por ello a la Villa Medici; en 1962 visita Japón, donde conoció a su mujer, la cual posa para varios cuadros de finales de los sesenta (Figura japonesa con espejo negro, 1967, o la Habitación turca, de 1963). En 1977 se retiró a Rossiniere.
Donnerstag, 2. Dezember 2010
Freitag, 26. November 2010
Mittwoch, 24. November 2010
Abonnieren
Posts (Atom)



