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Mittwoch, 30. November 2011

seitens der Städte: Dresden - Victor Klemperer

Victor Klemperer

O professor doutor Victor Klemperer, judeu alemão (asquenazi), (nascido a 9 de Outubro de 1881 em Landsberg an der Warthe, falecido a 11 de Fevereiro de 1960 em Dresden) foi um professor universitário de filologia românica na Universidade de Dresden até que foi demitido de suas funções em 1935, dois anos depois da chegada ao poder de Hitler. Foi um dos poucos habitantes de Dresden de origem judaica que sobreviveram ao Holocausto sem terem fugido para a Palestina, os Estados Unidos ou outros refúgios.

Victor Klemperer tornou-se famoso pelo diário que ele manteve relatando a sua vida em Dresden nos anos do nazismo, um período crítico da história da Alemanha. Trata-se de um documento histórico de grande valor, no qual podemos hoje ler detalhadamente as chicanas, os insultos, as cuspidelas na cara, proibições, prisão, o roubo da sua propriedade e outras humilhações que as autoridades nazis e a grande massa dos seus compatriotas "arianos" lhe infligiram pessoalmente todos os dias. Lemos também aquilo que se passou com os seus concidadão judeus que por um motivo ou outro não fugiram da Alemanha (a maioria não conseguiu obter os vistos de autorização), e ficando na Alemanha tiveram menos sorte do que ele, sendo deportados para os campos de extermínio, ou, incapazes de aguentar a opressão, cometeram o suicídio.
Victor Klemperer nem sequer era judeu, era protestante. Mas seus pais eram judeus, desde logo o suficiente para que tivesse que usar a estrela de David ao peito, fosse obrigado a assinar todos a correspondência e documentos oficiais com o nome "Victor Israel Klemperer", ficasse proibido de possuir animais de estimação, de frequentar a biblioteca pública (o seu pior tormento e o fim da sua produção literária académica), ou mesmo de ir ao cabeleireiro. A sua sorte foi ser casado com uma mulher protestante, que o acompanhou no destino trágico, vivendo no quarto do marido na "casa dos judeus", tendo sido chamada de prostituta, esbofeteada pelas autoridades nazis, que revistavam frequentemente os aposentos.

Túmulo de Victor Klemperer e sua esposa em Dresden.

Graças ao casamento "misto" (a expressão usada pelos nazis para se referirem a casais dos quais só uma pessoa é de origem judaica), Klemperer não foi deportado como a maioria dos judeus, apesar de não ser seguro que isso não iria acontecer. Em 1945, quando Dresden é bombardeada, Klemperer aproveita-se do caos nas ruas e desfaz-se da sua estrela de David, fazendo-se passar por "ariano". Foi a sua salvação. A muito custo, conseguiu evitar ser denunciado, juntamente com a mulher permanentemente em caminhada pelas cidades alemãs semi-destruídas. Apesar de continuar a existir polícia secreta e execução de desertores ou de judeus que não usassem a estrela de David, a organização das autoridades nazis já não era tão eficiente de forma a que pudessem confirmar a verdadeira identidade de Victor Klemperer e sua mulher. Aguentaram neste estado o tempo suficiente até que o exército americano libertou a pequena povoação onde se encontravam.
Victor Klemperer faz também uma excelente análise da linguagem típica destes anos, expressões comuns nos discursos de líderes nazis como "total" (guerra total) "eterno", "democrata de cunho judeu". Relata pormenores do dia-a-dia, incluindo anedotas que cursavam sobre Hitler e o Terceiro Reich.
  • Os diários de Victor Klemperer. Editado no Brasil por S. Paulo: Companhia das Letras.
Em alemão
  • Victor Klemperer: Curriculum Vitae (Band I – II). Aufbau Taschenbuch Verlag 1996, ISBN 3-7466-5500-5
  • Victor Klemperer: Leben sammeln, nicht fragen wozu und warum - Tagebücher 1919 - 1932. Aufbau Taschenbuch Verlag 1996, ISBN 3-351-02391-X
  • Victor Klemperer: Ich will Zeugnis ablegen bis zum letzten - Tagebücher 1933 - 1945 (Band I – VIII). Aufbau Taschenbuch Verlag, ISBN 3-7466-5514-5
  • Victor Klemperer: Und so ist alles schwankend - Tagebücher Juni - Dezember 1945. Aufbau-Verlag 1996, ISBN 3-7466-5515-3
  • Victor Klemperer: So sitze ich denn zwischen allen Stühlen. Tagebücher 1945 - 1959 (Band I – II). Aufbau Taschenbuch Verlag 1999, ISBN 3-351-02393-6
  • Victor Klemperer: LTI - Lingua Tertii Imperii. Reclam Verlag Leipzig, ISBN 3-379-00125-2

in:wikipedia

Mittwoch, 9. Dezember 2009

seitens der Städte.. DRESDEN: Schiller

DRESDEN 2008
Foto.G.Ludovice
Friedrich Schiller

Johann Christoph Friedrich von Schiller
Friedrich Schiller, retrato de Ludovike Simanoviz (1794)
10 de Novembro de 1759 Marbach am Neckar, Württemberg (actualmente na Alemanha)
Morte
9 de Maio de 1805 (45 anos)Weimar, Saxe-Weimar (actualmente na Alemanha)
Johann Christoph Friedrich von Schiller, enobrecido em 1802 (10 de Novembro de 1759 em Marbach am Neckar — 9 de Maio de 1805 em Weimar), mais conhecido como Friedrich Schiller, foi um poeta, filósofo e historiador alemão, e é tido como o mais importante dramaturgo alemão. Schiller foi um dos grandes homens de letras da Alemanha do século XVIII, e juntamente com Goethe, Wieland e Herder é representante do Romantismo alemão e do Classicismo de Weimar. Sua amizade com Goethe rendeu uma longa troca de cartas que se tornou famosa na literatura alemã. Sua poesia também é famosa, como por exemplo a "An die Freude", que inspirou Ludwig van Beethoven a escrever, em 1823, o quarto movimento de sua nona sinfonia.





Filho de um cirurgião militar das tropas de Württemberg (na época, sob o comando do Duque Carlos-Eugênio), Johann Kaspar Schiller (1723-1796) e de Elisabeth Dorothea Schiller, nascida Kodweis (1732-1802), Friedrich Schiller nasceu em 1759, em Marbach am Neckar, onde vive seus primeiros anos de vida. Em 1762 seu pai é promovido a capitão e passa a exercer funções de oficial-recrutador na cidade livre de Schwäbisch Gmünd. Em 1763 a família Schiller fixa residência na localidade de Lorch, onde Schiller aprende as primeiras letras. Aos cinco anos inicia seus estudos do latim, sob a orientação do pastor Ulrich Moser.

Em
1767, um nova nomeação do pai de Schiller leva a família a se instalar em Ludwigsburg, onde o poeta freqüenta a escola latina. A intenção de Schiller é se preparar para ser pastor, mas em 1773 acaba por ingressar, contra a sua vontade, na Karlsschule (academia militar instalada no castelo Solitude em Stuttgart, fundada por Carlos-Eugênio com a finalidade essencial de treinar oficiais e funcionários para servi-lo). Schiller opta pelo curso de Direito, que posteriormente abandonará. A rigidez da disciplina militar da academia causa profundas seqüelas em Schiller (como o fato de urinar na cama, o que rendeu repetidas reprimendas por parte de seus professores) e lhe dá inspiração para sua primeira grande obra, Os Bandoleiros.

Schiller abandona o curso de Direito, e em 1775 ingressa na faculdade de Medicina. Durante esse período alimenta sua paixão pela literatura, lendo clássicos como Plutarco, Klopstock, Shakespeare, Lessing e Goethe, e também iluministas como Voltaire e Rousseau. Também nessa época Schiller se fascina com o movimento Sturm und Drang, do qual será representante como seu amigo Goethe. É durante esse período na Faculdade de Medicina que Schiller escreve sua peça Os Bandoleiros.



Em dezembro de 1780 Schiller forma-se em Medicina e deixa a Karlsschule, e é designado como médico do exército de Württemberg. Em 1781 publica Os Bandoleiros, seu primeiro grande sucesso nos palcos, que será um grito de liberdade contra a rigidez da vida militar a que foi submetido. Por intermédio do empresário Wolfgang Heribert von Dalberg, ela é representada pela primeira vez em 1782 no Teatro de Mannheim, causando grande comoção no público, principalmente os jovens. Como Carlos-Eugênio não autorizou a representaçao da peça, Schiller é punido com 14 dias na prisão e proibição de continuar escrevendo.

Numa noite de setembro de 1782, contrariando as ordens de Carlos Eugênio, Schiller foge de Stuttgart junto com seu amigo e primeiro biógrafo Andreas Streicher, sem dinheiro, e com destino a Mannheim
Em 1782 Schiller publica, com dinheiro próprio, A Conjura de Fiesco - a obra não rende muito lucro inicialmente. Em 1783 o empresário von Dalberg propõe a Schiller o emprego de dramaturgo no Teatro de Mannheim (Theaterdichter em alemão). Porém Schiller adoece de Malária (doença então comum nos charcos às margens do Reno) e não consegue cumprir com o contrato por problemas de saúde: 3 peças por ano.
Nessa época Schiller já inicia os trabalhos nas peças Intriga e Amor(até então com o título Luise Millerin), que viria a ser encenada em abril de 1784, e Don Carlos. Seus problemas financeiros com o fim do trabalho como dramaturgo aumentam, e Schiller quase chega a ser preso na chamada Schuldturm, ou Torre dos devedores.

O poeta desvencilha-se das dificuldades econômicas com um gesto audacioso: confia seus problemas a um grupo de desconhecidos que lhe haviam escrito manifestando sua admiração e oferencendo-lhe hospitalidade em Leipzig. O grupo é composto pelos futuros grandes amigos de Schiller: Gottfried Körner e Ferdinand Huber e suas respectivas noivas. Em seguida mudam-se para as imediações de Dresden (especificamente o vilarejo Tharandt), e em 1787 Schiller finaliza a peça Don Carlos, onde trata a Guerra dos Oitenta Anos entre a Espanha e os Países Baixos.



Em 1787 Schiller viaja para Weimar, e lá trava conhecimento com Wieland, Herder, Carl Leonard Reinhold e Goethe. Num passeio pelo vilarejo de Rudolstadt Schiller conhece as irmãs Charlotte e Caroline von Lengefeld, com as quais tenciona ter uma ligação amorosa (apesar de Caroline ser já casada), intenção revelada por Schiller em uma carta às duas irmãs.


Em dezembro de 1788, Schiller, que também sempre mantivera um grande e profundo interesse por História, é indicado, a ser professor de Filosofia e História na Universidade de Iena, após indicação de Goethe. Essa vaga era, no início, sem salário, mas com perspectivas de ganho futuro. Schiller porém não se sente à vontade nesse cargo, e pensa até em abandoná-lo, tanto por um sentimento de inadequação com a comunidade acadêmica quanto pelo seu estado de saúde constantemente debilitado.

Em 22 de Fevereiro de
1790 Schiller se casa com Charlotte, que lhe dará dois filhos e duas filhas. Esse casamento eliminou a possibilidade do triângulo amoroso com Charlotte e Caroline, que o impetuoso Schiller almejava. O casamento lhe trouxe, porém, satisfação e calma. No mesmo ano seu estado de saúde se agrava, não vindo a se restabelecer até sua morte. Schiller sofre ataques e freqëntes desmaios, decorrentes provavelmente de grave tuberculose. Seus hábitos de beber e fumar, associados à vida intensa típica de um romântico, não poderiam lhe auferir outros resultados. É interessante notar, porém, que mesmo com tal debilidade física Schiller foi um incansável escritor e pensador, e se viveu até os 45 anos é porque uma grande força de vontade se alojava em seu peito.


Nos anos seguintes Schiller se dedica à cátedra na Universidade, à
Filosofia e à Estética. Em 1791, depois de notícias sobre sua péssima saúde, recebe ajuda financeira (1000 Taler anuais por 5 anos) do Príncipe de Augustenburg e do Conde Ernst von Schimmelmann. Esse mecenato rendeu diversos textos e estudos importantes, como As Cartas Sobre Educação Estética, Sobre Graça e Dignidade
, a "História da Guerra dos Trinta Anos", entre outros.

Em 1794 floresce uma forte amizade com Goethe, que se iniciou na verdade em 1788, quando este retorna de sua viagem à Itália. No início ambos não sentiram grande entusiasmo um com o outro, porém com o tempo iniciaram uma cooperação que se tornou icônica do Romantismo alemão. As cartas que trocaram se tornaram históricas, e são prova da amizade sincera que existiu entre os dois e que sempre foi temperada com uma dose de competição. Goethe se sentia incomodado com o sucesso de seu "concorrente mais jovem", sentimento que era compartilhado por Wieland, e não suportava o vício de Schiller pelo tabaco e pelo jogo. Apesar disso, os dois tiveram uma fértil produção, como o poema Xênias (1796), baseado no livro homônimo de Marcial.


A cooperação com Goethe faz Schiller exercer sua criatividade ao máximo, com uma produção de numerosas baladas, de poemas como A Luva, O anel de Polícrates, etc e de peças de teatro. Schiller também edita a revista As Horas. Em 1796, ano em que Goethe retoma seu Fausto, Schiller começa a escrever Wallenstein, sua peça de maior destaque. Em Weimar há um monumento aos dois grandes poetas do idioma alemão.


Em 1799 Schiller deixa Iena e fixa residência em Weimar, onde recebe um título de nobreza - podendo se chamar a partir de então Friedrich von Schiller. É quando produz a peça de maior sucesso de toda sua obra: em 1799 Wallenstein é representada pela primeira vez. Em 1800, publica Maria Stuart, peça que trata da rainha da Escócia e de seus conflitos com a realeza britânica. Em 1801 é finalizada a peça A Donzela de Orleans, representada pela primeira vez em Leipzig. Em 1803, publica a A Noiva de Messina e, em 1804, a peça Guilherme Tell, cujo personagem principal, à la Robin Hood, era um anti-herói que roubava de ricos para dar aos pobres, e foi tanto amado (tornou-se herói nacional da Suíça) quanto odiado (durante a era do Nacional-Socialismo.

A extrema dedicação de Schiller à criação abalara profundamente seu estado de saúde, que já era grave. Uma grave infecção causada pela tuberculose o derruba definitivamente em cama, e após sua morte constata-se que seu corpo estava já terrivelmente comprometido: rins e pulmões destruídos, músculo cardíaco atrofiado e vesícula e baço inchados. Uma forte crise o acomete, vindo a falecer em 9 de Maio de
1805, deixando em sua escrivaninha a peça Demetrius (iniciada em 1804) inacabada.

A produção
teatral e filosófica de Schiller teve grande influência na constituição do Romantismo. Em suas obras transparecem valores iluministas, como o Humanismo, a Razão e um enaltecimento da então emergente classe burguesa. Suas peças foram traduzidas para diversas línguas e foram recebidas em diversos países. Na Inglaterra, por exemplo, a peça "Os Bandoleiros" (primeira tradução de A.F.Tyler em 1792) foi recebida com entusiasmo pelo público, que identificou no personagem Karl Moor conflitos como os de Hamlet de Shakespeare e de Lúcifer de Milton.
Obras
Teatro
Os Bandoleiros (1781)
A Conjura de Fiesco (1782)
Intriga e Amor (1783)
Don Carlos (1787/88)
Wallenstein(1799)
Maria Stuart (Schiller) (1800)
Turandot (1801)
A Donzela de Orleáns (1801)
A Noiva de Messina (1803)
Wilhelm Tell (1803/04)
Demetrius (inacabada[1805])
[
editar] Prosa
O Visionário (fragmentos)
[
editar] Poesia
Os Artistas (1788)
Deuses da Grécia (1788)
Ode à Alegria (1785)
O Ideal e a Vida (1795)
Xénias (com Goethe) (1797)
A Luva (1797)
O Canto do Sino (1799)
A Canção da Campana(1800)
[
editar] Filosofia
Cartas Filosóficas (1786)
Da Arte Trágica (1792)
Cartas de Augustenburg (1793)
Sobre Graça e Dignidade (1793)
Do Patético (1793)
Do Sublime (1793)
Kallias ou Sobre a Beleza (publicado postumamente, 1847)
Cartas Sobre a Educação Estética do Homem (1795)
Poesia Ingênua e Sentimental (1796)
[
editar] História
História da Separação dos Países Baixos (1788)
História da Guerra dos Trinta Anos (incompleta)(1791-1793)
im:wikipedia/youtube

Freitag, 16. Oktober 2009

Essen und, Dresden,


DRESDEN 2008
Foto:G.Ludovice

Samstag, 9. Mai 2009

seitens der Städte.. DRESDEN: Otto Ludwig

DRESDEN Otto Ludwig morreu em Dresden
kINO:g.Ludovice2008

Otto Ludwig


German novelist, playwright, and critic, remembered for his realistic stories, which contributed to the development of the Novelle. He coined the expression poetischer Realismus (“poetic Realism”), later used to describe the writing of many of his contemporaries.
Im:Wikipedia

Montag, 20. April 2009

seitens der Städte.. Dresden: Schiller


DRESDEN
Kino:G.Ludovice 2008

Johann Christoph Friedrich von Schiller (10 de Novembro de 1759 em Marbach am Neckar — 9 de Maio de 1805 em Weimar),


Foi um poeta, dramaturgo, filósofo e historiador alemão. Juntamente com Goethe, foi um dos grandes homens de letras da Alemanha do século XVIII. Uma de suas mais famosas poesias, a An die Freude (Ode à Alegria), inspirou Ludwig van Beethoven a escrever, em 1823, o quarto movimento de sua nona sinfonia.


Casa de Schiller, em Weimar

Filho de um cirurgião militar das tropas de Württemberg (na época, alinhadas contra o exército do rei da Prússia), Johann Kaspar Schiller (1723-1796) e de Elisabeth Dorothea Kodweis (1732-1702), Friedrich von Schiller nasceu em 1759, em Marbach am Neckar, onde vive seus quatro primeiros anos de vida.

Em 1762 seu pai é promovido a capitão e passa a exercer funções de oficial-recrutador na cidade livre de Schwäbisch Gmünd, fato que leva a família Schiller fixar residência na localidade de Lorch. É nesse vilarejo que Friedrich Schiller aprende as primeiras letras. Aos cinco anos inicia seus estudos do latim, sob a orientação do pastor Ulrich Moser.
Em
1767, um nova nomeação do pai de Schiller leva a família a instalar-se em Ludwigsburg, onde o poeta frequenta a escola latina. A intenção de Schiller é preparar-se para ser pastor. Mas em 1773 acaba por ingressar, contra a sua vontade, na Carlsschule - academia militar de Stuttgart, fundada por Carlos-Eugênio com a finalidade essencial de fabricar oficiais e funcionários para servi-lo.

Considerado incapaz para seguir o curso de Direito que lhe havia sido imposto, em 1775 Schiller ingressa na faculdade de Medicina. Durante esse período alimenta sua paixão pela literatura, lendo clássicos como Plutarco, Klopstock, Shakespeare e Lessing, Goethe, etc. É durante esse período na Faculdade de Medicina que Schiller escreve Os Bandoleiros.
Dia 14 de dezembro de
1780, Schiller deixa a Carlsschule e se decepciona com o trabalho que lhe é destinado: médico do regimento pobre do exército de Württemberg. Em 1781 publica Os Bandoleiros, peça que, por intermédio do empresário von Dalberg, é representada em 1782 no Teatro de Mannheim. O sucesso da peça anima Schiller. Numa noite de setembro de 1782, contrariando as ordens de Carlos Eugênio, Schiller foge junto com um amigo, sem dinheiro, sem ajuda, sem destino certo. Mas era o primeiro grande passo para dedicar-se exclusivamente as letras.
Monumento Goethe e Schiller, em Weimar

Em
1782 publica, com dinheiro próprio, A Conjura de Fiesco - a obra não rende muito lucro inicialmente. Em 1783, o empresário von Dalberg lê a peça Intriga e Amor e propõe a Schiller o emprego de 'poeta do Teatro de Mannheim'. Porém. Schiller não consegue cumprir com o contrato por problemas de saúde: 3 peças por ano.
O poeta se desvencilha das dificuldades econômicas com um gesto audacioso: confia seus problemas a um grupo desconhecido que lhe haviam escrito manifestando sua admiração e oferencendo-lhe hospitalidade em Leipzig.

O grupo é composto pelos futuros grandes amigos de Schiller: Gottfried Körner e Ferdinando Huber e suas respectivas noivas. Em seguida mudam-se para Dresden, e de 1785 a 1787 Schiller escreve Don Carlos.
No Verão de
1787, em parte para escapar de uma periogosa ligação amorosa, Schiller deixa Dresden e vai visistar Weimar. É quando torna-se amigo de Wieland, Herder e Goethe. Em 6 de Dezembro de 1787, conhece Charlotte von Lengefeld, sua futura esposa, com quem teve dois filhos e duas filhas.
Em dezembro de
1788, Schiller, que também sempre mantivera um grande e profundo interesse por História, é indicado, por Goethe, a ser professor de Filosofia e História na Universidade de Iena. A situação financeira começa a melhorar, e em 22 de Fevereiro de 1790 casa-se com Charlotte. Mas, infelizmente, no mesmo ano, o estado de saúde de Schiller se agrava, não vindo a se restabelecer até sua morte: broncopneumonia agravada por um peritonite e uma pleurite. Nos anos seguintes Schiller se dedica a cátedra na Universidade, à Filosofia e Estética.
Em
1791, depois de boatos sobre sua péssima saúde, intermediações e cartas, recebe uma ajuda do Príncipe de Augustenburg. Esse mecenato rendeu diversos textos e estudos importantes, como As Cartas Sobre Educação Estética, Sobre Graça e Dignidade, etc.
Em
1794 floresce uma forte amizade com Goethe. Em 1796, ano em que Goethe retoma seu Fausto, Schiller começa a escrever Wallestein. Nesse mesmo ano, os dois poetas publicam, juntamente, Xênias.
Estátua de Schiller, em Stuttgart

Em 1799, Schiller deixa Iena e fixa-se em Weimar. É quando produz a parte de maior sucesso de sua obra: no mesmo ano, Wallestein é representado; em 1800, publica Maria Stuart; em 1801, A Donzela de Orleans, representada em Leipzig; em 1803, publica a A Noiva de Messina; em 1804, Guilherme Tell.
À essa altura, sua extrema dedicação a criação abalara profundamente seu estado de saúde, que já era grave. Uma forte crise o acomete, vindo a falecer em 9 de Maio de
1805, deixando em sua escrivaninha a peça Demetrius inacabada.

Obras
Drama
Os Bandoleiros (1781)
A Conjura de Fiesco (1782)
Intriga e Amor (1783)
Don Carlos (1787/88)
Wallenstein(1799)
Maria Stuart (1800)
Turandot (1801)
A Donzela de Orleáns (1801)
A Noiva de Messina (1803)
Wilhelm Tell (1803/04)
Demetrius (inacabada[1805])

Poesias
Antologia (1782)
Os Artistas (1788)
Os Deuses da Grécia (1788)
Ode à Alegria (1785)
O Ideal e a Vida (1795)
Xénias (com Goethe) (1797)
A Luva (1797)
O Canto do Sino (1799)
A Canção da Campana(1800)
Im:Wikipedia

Mittwoch, 25. Februar 2009

seitens der Städte.. DRESDEN: Kokoschka


DRESDEN 2008
Kino:G.Ludovice

Kokoschka, esteve em Dresden entre 1916/1923.

Auto-retrato

Oscar Kokoschka, pintor expressionista, amigo de Karl Kraus, pintou retratos no Café Central de Viena.

Karl Kraus

Amante de Alma Mahler. Quando Alma o deixou, Kokoschka mandou fazer uma boneca parecida com ela, em tamanho natural, que levava para o café e sentava ao seu lado.
Kokoschka - Auto-retrato com Alma Mahler, 1913

Oskar Kokoschka

(1 de Março de 1886 - 22 fevereiro 1980) foi um artista austríaco, poeta e dramaturgo, mais conhecida por sua intensa expressionista retratos e paisagens. Kokoschka, nascido no Império Áustro-Húngaro, filho de um ourives, teve como professor Franz Cizek. Em Praga, conheceu Olda Palkovská, com quem contraiu matrimónio.
Nude with back turned, 1907

Em 1910 muda-se de
Viena para Berlim. Com o início da Primeira Guerra Mundial alista-se num regimento de Dragões. Na frente de batalha, foi ferido e em 1916 internado num hospital em Dresden, onde ficou até 1923.
Em
1938 devido à ocupação nazi da Checoslováquia, abandonou o seu estúdio em Moldávia e foge com sua mulher para Londres
.


Kokoschka, o início de carreira foi marcado por retratos de Vienenses, celebridades pintadas num estilo nervosamente animado. He served in the Austrian army in World War I and was wounded. Ele serviu no exército austríaco na Primeira Guerra Mundial e foi ferido. At the hospital, the doctors decided that he was mentally unstable. No hospital, os médicos decidiram que ele era mentalmente instável. Nevertheless, he continued to develop his career as an artist, traveling across Europe and painting the landscape. No entanto, ele continuou a desenvolver a sua carreira como um artista, viajando por toda a Europa e pintura da paisagem.

The house in which Oskar Kokoschka was born in Pöchlarn (August 2006) A casa na qual Oskar Kokoschka nasceu em Pöchlarn (agosto 2006)
Kokoschka had a passionate, often stormy affair with
Alma Mahler , shortly after the death of her infant daughter and her affair with Walter Gropius . Kokoschka havia um apaixonado, frequentemente stormy affair com Alma Mahler, pouco após a morte de seu bebê e seu affair com filha Walter Gropius. After several years together, Alma rejected him, explaining that she was afraid of being too overcome with passion. Depois de vários anos juntos, Alma rejeitou ele, explicando que ela estava com medo de serem superadas com muito paixão. He continued to love her his entire life, and one of his greatest works The Tempest (Bride of the Wind) (at right below), is a tribute to her.

Cavaleiro andante

His poem Allos Markar (1913) was inspired by this relationship. Ele continuou a amá-la toda sua vida, e uma das suas maiores obras A Tempestade (Noiva do Vento) (à direita abaixo), é uma homenagem ao her.His poema Allos Markar (1913) foi inspirada por esse relacionamento. The poet Georg Trakl visited the studio while Kokoschka was painting this masterpiece. O poeta Georg Trakl visitou o estúdio enquanto Kokoschka era pintura esta obra-prima.
Deemed a
degenerate by the Nazis , Kokoschka fled Austria in 1934 for Prague . Considerado um degenerado pelos nazistas, Kokoschka fugiram na Áustria em 1934 para Praga. There he founded the Oskar-Kokoschka-Bund with other expatriate artists. Lá ele fundou a-Oskar Kokoschka-Bund expatriado com outros artistas. In 1938, when the Czechs began to mobilize for the expected invasion of the Wehrmacht , he fled to the United Kingdom and remained there during the war. Em 1938, quando os tchecos começaram a mobilizar para a esperada invasão da Wehrmacht, ele fugiu para o Reino Unido e permaneceu lá durante a guerra. With the help of the British Committee for Refugees from Czechoslovakia (later the Czech Refugee Trust Fund ), all members of the OKB were able to escape through Poland and Sweden . Com a ajuda da Comissão Britânica para Refugiados da Checoslováquia (mais tarde a República Checa Refugiados Trust Fund), todos os membros da OKB puderam escapar através da Polônia e Suécia.
Kokoschka became a British citizen in 1946 and only in 1978 would regain Austrian citizenship. Kokoschka se tornou um cidadão britânico em 1946 e só em 1978 seria reconquistar cidadania austríaca. He travelled briefly to the
United States in 1947 before settling in Switzerland , where he lived the rest of his life. Ele viajou brevemente para os Estados Unidos em 1947 antes de, na Suíça, onde viveu o resto de sua vida.

New York

Kokoschka had much in common with his contemporary Max Beckmann . Kokoschka tinham muito em comum com seus contemporâneos Max Beckmann. Both maintained their independence from German Expressionism , yet they are now regarded as its supreme masters, who delved deeply into the art of past masters to develop unique individual styles. Ambos mantiveram a sua independência a partir Expressionismo alemão, mas que são agora consideradas como seu supremo capitães, que delved profundamente no passado arte de mestres para desenvolver únicos estilos individuais. Their individualism left them both orphaned from the main movements of Twentieth Century modernism . O seu individualismo deixou órfãs de ambos os principais movimentos do século XX modernismo. Cemitério na Suiça, túmulo de Kokoschka.
im:Wikipedi